[GSK] Transcender a consciência individual

Aula ministrada por Gurusangat Kaur Khalsa em 19 de agosto de 2016 

[GSK abre a aula]

Bom dia, gente! Sat Nam!

Hoje no fim de tarde começamos o nível dois “Mente e Meditação”. Estou tão animada para esse curso, estou com muito entusiasmo. Acho que vai ser espetacular a gente ter uma chance de entrar no tema mente e meditação para entender como a gente combate as nossas intrigas mentais. Acho que essa é a grande história desse curso. Recentemente tenho ouvido elementos sobre intrigas mentais e é ótimo quando eles chegam para mim porque é sempre rico como material de trabalho.

Tem uma intriga mental que é individual e que a gente nem ousa falar, a gente tem vergonha delas, e a gente lida bem com elas. Porque uma vez que há mente, há intriga mental. Não tem jeito. Faz parte da estrutura, digamos assim. A história é de como a gente lida com a intriga mental, porque a intriga mental da qual a gente não tem nem coragem de falar é ótima porque ela é inocente, ela só atrapalha a gente. Ela só põe a gente para sofrer. Tem um outro tipo de intriga mental que é curiosa, porque você a pronuncia em sua defesa. Essa é dose. Essa é intriga mental que a gente usa como uma muleta para a gente viver no mundo. Duas delas idênticas chegaram em meus ouvidos, que é “eu tenho problemas com a Sangat”. Esse é o “intrigaço” mental. E outra: “a Sangat não me ajudou”. Então existe  esse tipo de gente que não tem um mínimo de estrutura interna para processar o próprio descompasso e deposita a sua justificativa ou a culpa de sei lá onde ela está num negócio chamado Sangat.

Existe um leque de intrigas mentais que nesse curso a gente vai  trabalhar. As intrigas mentais  – prestem bem atenção nisto – quando elas saem daquele âmbito que é muito íntimo e pessoal, onde tenho a chance de lidar com elas e resolvê-la, e cai no outro, a pessoa acha que ela está solucionando, mas, na verdade, ela está aumentando o problema, porque vira uma rede kármica, aumenta a ignorância e a ilusão. Ninguém quer viver na ignorância e na ilusão. É por aí que a gente vai trabalhar.

Sobre esse impacto, trouxe uma aula para vocês que é sobre as glândulas. Existem no Kundalini Yoga vários kryias para as glândulas, mas esse possui uma característica muito importante, que é fazer vocês experimentarem, viverem o ser de vocês dentro do ser. Viver o ser dentro do ser é você estar em você e, ao mesmo tempo, é estar em um lugar que é muito maior que você. E dentro desse território que não tem fronteiras, que é o ser, que é o que a gente chama de ser universal, você poder experimentar você. É uma belíssima experiência de expansão e contração. Esse kryia é para isso. E porque a gente faz isso, expande e contrai. Porque a gente quer ter uma experiência nessa vida, que é buscar uma verdade e desfrutá-la sem dar nome a ela. No momento em que vocês derem um nome para a verdade, vocês a limitaram.

Essa aula é para experimentar algo que é tão próprio e ao mesmo tempo tão intangível, que seja tão você, embora tão mais amplo que você. Para vocês terem uma experiência muito concreta em vocês que é a seguinte quando vocês estão … Eu tive há dois dias uma forte crise de enxaqueca, eu fiquei muito, muito mal. E eu achei que tinha me livrado das enxaquecas porque eu me livrei da menstruação, então tem três ou quatro anos que entrei na menopausa, então não tenho mais enxaqueca, mas tive uma, e na verdade quando a enxaqueca terminou eu menstruei. Então tinha a ver com os hormônios. E eu estive tão mal, que numa manhã dessas eu me deitei e escolhi não tomar remédio. E ver até aonde isso chegaria. E deitei na minha sala de Sadhana e me sentia tão grata, tão entregue, tão feliz que era uma coisa incompatível, você estar tão mal, com tanta dor e ao mesmo tempo tão grata. Eu ficava grata a tudo,  a mim, ao tapete, ao chão ao travesseiro, às aves que eu via. Grata a tudo. Essa é a experiência de estar no ser e ter a experiência de ter o seu ser no ser. E eu acho que isso é uma bênção, e isso não é um estalo, você não adquire essa experiência num estalo. Você adquire isso com seu estilo de vida, com uma prática consistente da sua meditação. Isso é um processo. Vocês estão compreendendo? E esse kryia ajuda vocês a experimentarem isso que eu tive a benção de viver e a que se chega lá a duras penas e fica-se lá por alguns segundos, então nada está garantido. Não queiram colocar nome numa experiência que é inominável, intangível e ao mesmo tempo é sua. Isso é uma das coisas mais importantes para quem pratica meditação, e para quem é do Sat Nam Rasayan é a base, é a base constitutiva do Sat Nam Rasayan. Para vocês é uma experiência que vocês podem construir, e o teste de que vocês estão consolidando esses hormônios em você é quando vocês estão na pior e vocês estão gratos. Na pior, você sabe que você está na pior e você não reside apenas no território limitado do seu desconforto. Você aceita experimentar aquilo que não tem paredes, você é muito vasto, você pode ficar aqui e ao mesmo tempo pode ficar em todos os lugares. Então esse será nosso trabalho de hoje.

Kriya for Glands, p. 71 do livro Kriya

Meditação: Meditation to Transcend Individual Consciousness and Anger, p. 263, do livro Kriya

Eu vou ensinar para vocês hoje uma meditação que só pode ser praticada por dois minutos. E ela é para transcender a consciência individual e a raiva. São esses dois elementos que aprisionam a gente no território finito, ou quando o território está muito bom ou quando está muito ruim. Ajuda a gente a transcender a consciência individual, aquilo que eu sinto, aquilo que eu sei que é verdade, aquilo que eu sinto. Isso é a consciência individual. E leva a gente além da raiva, isso é ótimo em relacionamentos. O Yogi Bhajan deu esta meditação  no acampamento para mulheres e era um recurso para ser usado quando o casamento entrava em conflito, mas pode ser qualquer tipo de relacionamento, em que você precisa transcender a consciência individual e a raiva.

[GSK encerra a aula]
May the long time sun shine upon you

Essa foi a experiência da aula de hoje. A sensação de que no primeiro ásana vocês foram para aquele lugar sem território. É claro que o trabalho todo não foi feito no primeiro ásana. Foi feito realmente porque nós estamos no radar do Guru. O Guru já colocou a gente no primeiro ásana nesse espaço. A gente pediu, a gente projetou e foi isso que nós fizemos. Então vocês precisam confiar demais nesse fato. Confiarem nesse espaço que é criado, como nessa meditação de dois minutos, que parece que nada aconteceu, mas num momento crítico vocês poderem sair da sua consciência individual e lembrarem que quando vocês saem da consciência individual, vocês não ficam sem consciência, você não perdem suas identidades. Pelo contrário, você ganha, enriquece a experiência da realidade, da verdade, porque não é só aquilo que sua consciência individual pode absorver. Pelo contrário, quanto mais você estiver na sua consciência individual, menos você absorve da realidade. Isso é muito importante em tempos de crise, muito importante.

Vocês todos devem ter ido ver o Mondrian e devem ter visto que ele fazia parte da Sociedade Teosófica. Quero falar com vocês da Sociedade Teosófica porque ela é um marco na história da humanidade. É um marco da humanidade depois da Primeira Guerra Mundial. Ela é uma experiência da consciência humana que queria entender o absurdo que foi essa guerra. Mas ao mesmo tempo que acontece uma sociedade teosófica tem esse movimento em busca da espiritualidade apoiado por uma nobreza europeia e por artistas. Então aqueles intelectuais e artistas, que mais estavam transitando por um momento em que nada daquilo que houve na Europa e no mundo fazia sentido, buscam a sociedade teosófica. Ao mesmo tempo, há um grande cara que era um perfeito maluco e que foi o combustível para a revolução Russa de 1917. Era o Rasputin, um padre siberiano, um perfeito mago, que sabia manipular os tattwas, era também um yogui, que se junta à família Romanov e condena a Rússia à experiência mais trágica, que foi a transição do imperialismo czariano, a autocracia czariana, para a autocracia do proletariado. É muito interessante ver que quem é o pivô disso é um yogui piradérrimo, totalmente confuso de seu papel. E isso é incrível.

É incrível a gente compreender que em momentos de grandes crises, é muito importante que a gente esteja não só na nossa consciência individual. É muito importante que a gente esteja nesse lugar vazio, sem fronteiras, para a gente ser parte de um processo que irá transformar realmente sem trauma. Claro que a transformação vai sempre existir e, se a gente pensar na União Soviética, quando o comunismo acabou, ela estava no mesmo lugar que ela está hoje, numa trágica situação. Dessa experiência do comunismo, nada praticamente sobrou para a União Soviética. Poderia ser diferente, mas não foi diferente por causa do Rasputin, porque ele era pela aristocracia totalitária czarista. E ele salva o filho da Alexandra, Alexei Romanov, que era hemofílico. Não sei se vocês sabem disso, mas na Europa do século XIX toda a realeza tinha hemofilia porque praticamente todos eram netos da Rainha Vitória, que tinha o gene da hemofilia e o transmitiu a todos. A mulher teve 22 netos que ocuparam tronos da Rússia a Portugal e todos eram hemofílicos. Então esse menino tinha 8 anos, Alexei Romanov, e estava na beira da morte e o Raputin o salva com técnicas yóguicas. E o menino só não vive bastante porque foi morto pelos bolcheviques. Isso se dá 1919, quando ao mesmo Sociedade Teosófica está sendo erguida na Índia. E o Rasputin tentando manter um regime falido. Então o reajuste que precisamos fazer nas nossas psiques independem de ideologia. Então se aquela coisa não ajudou, vai piorar demais até ajudar.

Então todo ajuste que temos de fazer do ponto de vista evolutivo para que a gente se torne um ser compassivo, competente e transcendentes vai acontecer, é uma questão de tempo. Ou a gente pode facilitar isso, intervindo nos processo históricos não apenas com nossa consciência individual, mas com essa consciência coletiva, ética ou o processo histórico vai depurar, vai piorar, piorar, piorar… até melhorar. Nós no Brasil estamos vivendo isso, um momento não tão drástico quanto a Primeira Guerra Mundial.

[Transcrição Sada Ram Kaur]

Inscrições Abertas – Formação de Professores em Uberlândia!

Sat Nam!

Com alegria divulgamos o curso de Formação de Professores em Uberlândia!

Torne-se um professor de Kundalini Yoga e experimente uma formação no seio de uma sangat aquariana, modelo hoje no mundo.

Local: Uberlândia
Período: Novembro de 2016 a Dezembro de 2017 – 12 encontros (um final de semana por mês)

KRI Lead Trainer: Dra. Gurusangat Kaur Khalsa
Equipe de professores: Nacional e Internacional
Investimento:
12x de R$ 600,00 (total R$ 7.200,00) ou
R$ 6.480,00 `a vista (10% de desconto)

Informações:
Guru Nidhan Kaur: (34) 99977-7878
abakyuberlandia@gmail.com

Wahe Guru!

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Próximo Gurdwara, 04/09

Sat Nam!

Convidamos a todos para o nosso próximo Gurdwara.

Sentaremos mais uma vez em sangat para ressoar frequências Divinas de amor e cura.

Dia 04 de Setembro, domingo, às 8h30.

Rua Yvon Magalhães Pinto, 511 – BH/MG

Wahe Guru Ji Ka Khalsa
Wahe Guru Ji Ki Fateh

akandh paath

[GSK] Transformando raiva em combustível

Aula ministrada por Gurusangat Kaur Khalsa em 12 de agosto de 2016 

[GSK abre a aula]

O tema que hoje vamos trabalhar é a raiva interna. E eu queria falar rapidamente sobre a raiva interna com vocês, para vocês levarem isso aos seus alunos. A raiva faz parte daquele conjunto das emoções primais. E as emoções primais estão em nós e acompanham o nosso cérebro animal. O cérebro animal não é o nosso cérebro mais evoluído, muito embora seja o que nós mais usamos. Então, não tem jeito de você não ter raiva, é inerente à condição humana. Muitas pessoas processam a raiva de modos diferentes, existem várias maneiras de processar. As duas maneiras mais comuns de processamento da raiva estão ligadas à maneira como o cérebro animal processa essa emoção. Ela vem desse cérebro, que foi evoluído antes do sistema límbico, e uma dessas duas maneiras principais é a externalização desse sentimento, que também pode variar. Por exemplo, tem pessoas que explodem e outra que são cínicas. Então, a maneira como você verbaliza essa raiva ou age é que diferencia de pessoa para pessoa, mas o fato é que uma das maneiras é você colocar para fora. E a segunda maneira é colocar a raiva para dentro. Você não verbaliza e não age, mas você introjeta esse sentimento.

Essas duas maneiras de processar a raiva são altamente ineficientes. Embora socialmente o modo dois seja mais aceito, quase enaltecido. Porque a pessoa não parece grosseira, não parece irada, ela simplesmente engole. Então essa pessoa vai, de uma maneira ou de outra, ter de processar essa raiva. Os dois mecanismos que acontecem para ela processar são: ou ela adoece ou ela, um dia, eclode, explode, vulcaniza. A grande parte das doenças degenerativas mais graves vêm dessa raiva não processada, especialmente dessa raiva que implode a gente. E no Kundalini Yoga, o Yogi Bhajan explicava que a raiva que você põe para dentro é fonte de muitas doenças relacionadas ao DNA, como câncer e doenças autoimunes. E a raiva que você põe para fora é responsável por doenças cardiovasculares. Todas as vezes que a gente sente raiva é uma resposta à ameaça de o ego perder o poder. Quando a gente trata a raiva com nosso sistema límbico, natural, automático, nós estamos mostrando que estamos muito pouco evoluídos. E a maioria de nós, esmagadora, processa a raiva dessa maneira.

Existe um mecanismo muito sutil que é uma manipulação que os Kundalini Yogis costumam fazer para parecer que estão processando a raiva de maneira muito inteligente e madura, mas ainda é uma coisa terrível. Vocês intelectualizam o sentimento, criam uma série de intrigas mentais e explodem de uma maneira intelectual. Vocês vêm com toda uma verborreia para poder julgar e colocar para fora. Ir por esse caminho é um pouquinho pior, porque você está sabendo que seu ego foi atacado, que você está reagindo de maneira inadequada, mas você faz uma maquiagem para parecer que você está muito no controle e você está muito espiritualizado. Isso é pior, porque é uma corrupção. Essa é pior do que uma pessoa que perde o controle. Ela está ignorante. Na hora em que a gente começa a fazer esse tipo de maquiagem, aí só o Guru salva, só o Professor salva. Por isso, tantas vezes o Siri Guru Grant Sahib tem essa frase: só o Guru salva. Porque você precisa ter uma pessoa que seja altamente neutra, que não se engancha de jeito nenhum com aquele mecanismo e é capaz de dizer: “olha o que está acontecendo”. É isso que vocês precisam ser para os seus alunos, essa instância totalmente neutra. Não necessita de nada mas que pode servir à consciência do aluno. Essa aula que vamos fazer hoje é para liberar um tanto dessa raiva para que a gente possa criar caminhos neurais de operar através do mecanismo mais superior do nosso cérebro, que é o sistema do córtex cerebral, da matéria cinzenta, quando a gente sente a raiva e detecta a raiva, entra nela e percebe onde está e aplica a sua inteligência, aplica a sua consciência. Você, então, transforma, processa. Você não vai reagir à raiva, explodindo ou colocando para dentro, você a transforma num combustível.

Quando a raiva é processada nas vias neurais mais superiores, ela se torna um combustível, uma força para a sua inteligência. Isso acontece demais quando o aluno faz uma pergunta que provoca, aí você sente a raiva e começa a responder com aquela força que vem da raiva e transforma, você continua usando a força, mas você é incapaz de reagir, você só vem para alavancar. É a medalha de ouro das olimpíadas yóguicas, quando você vai até o aluno com aquela força que veio da raiva e serve o aluno. A raiva é uma das emoções que a gente mais precisa conhecer porque ela nos ensina a amadurecer. Vocês precisam poder falar sobre isso com seus alunos porque quando a gente fala a gente processa, a gente aprende demais. Quero muito que vocês falem sobre a raiva com os alunos de vocês. E aqui em Belo Horizonte, a nossa Sangat é praticamente formada de gente do fogo. É gente da raiva. Praticamente, é o tônus. Se nós tivéssemos de pegar em armas, a gente pegaria. É impressionante, tem sangats que são totalmente da água, só emoção. Então a raiva é um elemento que está presente aqui. Gente de muito ego, mas que pode muito bem transformar essa força. Quando o Yogi Bhajan deu essa aula em 1988, ele tinha acabando de tirar aquela sangat dos Estados Unidos do ar. Ele precisou de quase 20 anos para imprimir neles a experiência do fogo, da raiva.

Aluno: A meditação Bhand Jameeai que é para o feminino. Também é para a raiva.  Tem uma relação?

Não existe ser na terra mais raivoso do que a mulher. E o Bhand Jameeai é uma meditação para a mulher, para a força feminina. A mulher tem muita raiva. Porque ela tem um vulcão dentro de si, ela tem útero. Ela tem de transformar nada em uma criança. Ela faz isso. Todo mês a gente produz uma matéria-prima. Então a mulher tem muito fogo, portanto muita raiva. Se deixar uma mulher na raiva destruir alguma coisa, ela destrói aquela coisa e mais o mundo inteiro. Nós somos um fogo vivo e é só por isso que a gente concebe. Os homens não têm muita raiva, eles têm outras coisas, não a raiva.

Aluno: A antítese da raiva é o medo, então geralmente quem tem mais medo tem menos raiva?

Eu nunca pensei em correlacionar dessa maneira, porque medo, raiva e ciúme são as três emoções básicas, e o medo é a experiência masculina, e a raiva a experiência feminina. O homem tem muito mais medo do que a mulher. A história do homem é outra história, e o dia em que a gente for falar do medo a gente fala do homem. Vamos começar?

Kryia for Relieving Inner Anger, do Manual I am a Woman, p. 74.

Yogi Bhajan falava que entraríamos num período cinzento no planeta de 2012 até 2028, que seria o período mais difícil da entrada da Era de Aquário. Então até 2028 fica parecendo que está tudo muito doido e a gente quer voltar para a Era de Peixes. Haveria muita insanidade, muito desajuste. E a meditação é para nervos fortes e mente clara.

[GSK encerra a aula] May the long time sun shine upon you

Queria finalizar a aula fazendo agora uma leitura do modo adequado de lidar com a raiva. Para um yogi ou para uma pessoa que quer viver a experiência da consciência, o que ela mais quer é ser provocada para, quando isso acontecer, ela pensar como ela vai reagir. Isso é o máximo da liberdade. É de não reagir à provocação, mas poder fazer uma escolha diante da provocação. Vocês compreendem isso? Raramente a provocação vem em vão. Quando a gente é provocado, raramente não existe uma razão de ser. Mesmo quando ela é absolutamente injusta, ela tem uma razão de ser, que é testar a nossa humildade. É aquela famosa história de que nada acontece por acaso. Então quando vocês estiverem experimentando a raiva, vocês vão saber se de fato você estão dando conta de lidar com aquela situação da consciência, se vocês não forem sequestrados pelas circunstâncias. No momento em que vocês reagirem, vocês foram sequestrados pelas circunstâncias, você está preso na circunstância. O que nós queremos é, diante de uma situação, ter a liberdade de fazer uma determinada escolha, de como nós vamos reagir. Para isso, o Yogi Bhajan ensina que nós deveríamos ter, pelo menos, nove segundos antes de reagir. Nove segundos. A raiva é uma emoção primal. Acontece que muitos de vocês têm a raiva, contam os nove segundos, se é que contam, reagem ou agem, aí vão para casa ou para o carro ou para o banheiro ou para onde for, e começam a repetir o filme e aí começa de novo o vulcão a entrar em erupção. Quando vocês começam a repetir o filme e começam a se encher de novo de fogo e de raiva, isso gera um outro tipo de emoção que, no Kundalini Yoga, o nosso grande professor Yogi Bhajan disse que são as emoções que fluem. Quem fez o programa de “coaching” sabe disso. Há as emoções básicas que são as primais, primatas e depois há as emoções que fluem, que são as que carregam você ao longo do tempo. Quando você sentiu raiva, você gerencia aquela raiva, você não quer parar de sentir raiva. Por quê? Quando vocês estão fluindo no fato, o ego de vocês é que está reagindo, pois não consegue admitir que levou uma rasteira. Ele coloca um tanto de intrigas mentais, que são aquelas que fazem a emoção fluir. E você fica ali, alimentando aquele negócio para o vulcão voltar a ferver. Na hora que o vulcão voltar a ferver você tem a chance de finalmente fazer valer o seu ego.

As emoções primais são totalmente úteis, as emoções que fluem são totalmente inúteis. Porque são as que vêm das intrigas mentais. A gente combate as emoções que fluem, quando a gente acabou de ter uma emoção primal, a gente reverte essas emoções inúteis utilizando as emoções que florescem, que expandem, que são uma construção se não consciente, é uma construção cultural. Ou seja, são emoções que vêm dos valores éticos, mais universais, são emoções que expandem a gente. Expandem a gente para além do ego. Típica emoção desse caso, que são construídas a partir  dos valores da alma. Gratidão, compaixão, humildade, o bom humor.

As emoções que florescem vêm da alma, elas vêm desse lugar da ética, dos valores universais. Mesmo que você acha que está certo, que foi injustiçado, mas rende a cabeça, diga “ok, deixe ver o que eu tenho de aprender”, “desgraceira, o quê que eu tenho que aprender”. Tem um conflito interno, não tem problema. É o ego e a alma num confronto. O que mais estraga o nosso amadurecimento são as intrigas mentais, que ajudam nas emoções que fluem, que a gente faz drama. Nós estamos numa cultura extremamente dramática, e isso complica porque aí temos muito mais uma tendência às emoções que fluem porque se nós fôssemos alemães, por exemplo, ou nórdicos, não teríamos essa cultura do drama, não teríamos as emoções que fluem, teríamos as primais, mas não têm as que fluem. Mas nós brasileiros temos também uma coisa muito boa, que é que não guardamos rancor. Não guardamos rancor. Se fosse aqui uma turma de indiano, indiano é mil vezes pior que brasileiro. Eles têm emoções que fluem, fluem demais, um drama desgraçado e guardam muito rancor. Nós, por uma configuração divina, não guardamos rancor. É muito incrível estudar essa dinâmica, esses comportamentos humanos inseridos dentro da cultura. Essa meditação é boa, talvez para o dia que você sentir que está perdendo o controle, medita. Que você readquire o controle. Não precisa ser com mantra. Aliás o original não tem mantra nenhum, pode ser no silêncio. E sempre alertas, porque vocês querem ser livres para fazer a escolha do seu comportamento.

Sat Nam!

[Transcrição Sada Ram Kaur]

[GSK] Tolerar o intolerável

Aula ministrada por Gurusangat Kaur Khalsa em 5 de agosto de 2016*.

Vocês lembram o que a gente trabalhou no semestre passado? Tem a ver com nós nos colocarmos com nosso corpo radiante, para que, através dele, a gente tenha uma força de presença que cure. Por isso, a gente explorou vários níveis do nosso corpo. Neste semestre nós vamos trabalhar o que no inglês a gente chama de auto­domain, mas em português não faz muito sentido dizer “autodomínio”. Se eu tivesse que fazer uma tradução, diria que é o espaço que nós criamos em nós a partir de nós onde apenas nesse espaço nós somos livre.

Não existe liberdade que seja concedida, então é uma grande falácia dizer: “God will set you free/ Deus vai te libertar”. Deus não tem nenhum compromisso com a nossa prisão. Ele colocou para a gente algumas condições para que a gente tivesse uma experiência na terra, vocês se lembram? Primeira condição é que seria uma experiência temporária. Segunda que ele nos daria um veículo que nos serviria para que a gente se comunicasse com o infinito – esse veículo é a mente. E terceira, era a garantia de que nós encontraríamos um professor. Só depois que a gente alcança essa experiência é que a gente alcança o nosso domínio.

O nosso domínio no Kundalini Yoga é uma única coisa que tem a ver com a nossa liberdade, com a liberdade que tenho de fazer escolhas em circunstâncias que me obrigariam a ser escolhido. Vocês compreendem esse trocadilho? O tema deste semestre é: as circunstâncias parecem declarar o tipo de comportamento que eu vou ter. Vocês sabem disso. Quando é que as circunstâncias declaram um tipo de comportamento que vocês vão ter? É quando o ego é testado. Todas as vezes que o ego de vocês for provocado, vocês reagem. E toda reação nada mais é que uma ação reflexa de defesa. Essa ação reflexa de defesa não demonstra a sua liberdade. Pelo contrário, demonstra apenas o quanto você está preso. O quanto você é prisioneiro do seu ego, do eu padrão. Este semestre nós vamos trabalhar isso. As circunstâncias parece que me pedem que eu aja de determinada maneira, mas eu vou ser livre par fazer a minha escolha. E para ser livre para fazer escolhas é preciso ter um plexo muito forte e um sistema nervoso muito forte. E o Yogi Bhajan comenta: se você está numa situação em que você foi provocado, conte até 9 segundos antes de reagir. Vocês se lembram da história dos 9 segundos? Quantos de vocês estão presos no domínio do seu ego?

Então vamos abrir a aula?

[GSK abre a aula]

Nós vamos explorar o domínio próprio e trabalhar no corpo os caminhos neuro­hormonais que permitem que a gente estabeleça uma relação livre com nossas reações, ou seja, que o padrão não seja reagir, que a gente não seja escravo do meio. E ao que mais explica isso de um modo mundano é o humor, quando a gente vive com humor. O humor é um reflexo dessa liberdade, especialmente quando a gente cai na miséria. E a gente ser capaz de, por exemplo, se a gente tivesse que fazer uma propaganda do O.B., a propaganda nossa seria uma coisa rosa, lilás e escrito assim: “metido!” Risos… Então é assim, é essa liberdade que a gente tem que ter.

Kryia: Sahib Kriya, do manual I am Woman.

A gente tem um curso de Nível II acontecendo nas próximas semanas, que vai ser ótimo. O tema vai ser “Mente e Meditação” e vamos explorar esse tema neste semestre. Tenho uma supernovidade para compartilhar com vocês, uma ótima novidade, é que este anos na nossa bienal, que acontece em novembro, nós vamos ter pela primeira vez o Peace Prayer Day. E a gente está fazendo o convite para as lideranças religiosas do islã, do judaísmo. Então tem um rabino, um sheik, uma capitã do congado, alguém do candomblé, alguém do espiritismo, tem alguém do Zen­budismo e a gente deixou para uma próxima vezos católicos e o budismo tibetano, porque não tinha como por no palco todo mundo. A gente está convidando o vice­presidente da Comissão de Direitos Humanos da Assembleia Legislativa, o deputado Durval Ângelo, para falar. E o Peace Prayer Day vai ser como uma apresentação cultural, então vai ter uma roda de congado. Vamos deixar os povos indígenas também para uma próxima vez porque não temos condição de pôr todo mundo no palco. E uma série de outras tradições também para uma próxima vez. Esse dia vai ser a abertura do festival, no sábado, às 17 horas e é livre, todo mundo da cidade pode participar. Este ano a gente está trabalhando por isso, então novembro promete. A gente estará com a Sardani Guru Amrit na nossa bienal, vai ser muito bom. E o tema da bienal, assim como foi o tema do solstício, é sobre o coração, é sobre a compaixão. Os tempos estão tão cáusticos, tão difíceis que se nós não entendermos com a inteligência que vem do coração, nós vamos simplesmente fazer reformas e não transformar, e a gente está precisando de transformar. A gente está precisando do novo. E lembrem-­se! Muitas vezes, para a gente alcançar a transformação, a gente precisa tolerar o intolerável. E às vezes tolerar o intolerável é intolerável. E a gente quer fazer algumas adaptações, a gente que permanecer com algo que já é conhecido, mas isso seriam as reformas e a gente está precisando é de transformar. E transformar muitas vezes significa tolerar o intolerável. Na vida da gente é assim, em todos os lugares é assim. Existe um apelo de não ficarmos no intolerável porque é duro demais. Mas na hora em que vocês não tiverem mais tolerando vocês, vocês mudam. Enquanto vocês estiverem fazendo reforminhas, vocês não vão transformar.

A história que compartilho com vocês é que eu passei a não me tolerar nos meus 27 anos. E tem uma coisa que tenho que dizer para vocês, que talvez não tenha a ver com nada, talvez  tenha a ver apenas com os jovens que estão voltando para Miri Piri Índia, mas vocês vão escutar. E eu vou falar para vocês, embora eles sejam o canal. O seu dinheiro não vale de nada. O seu dinheiro só vale alguma coisa se ele for destinado a servir o outro. Não pense que se você comprou alguma coisa você tem qualquer direito sobre o que você comprou. O seu dinheiro não vale de nada. Na casa do Guru Ram Das, existe uma prosperidade infinita desde que esse dinheiro e essa prosperidade não sirvam apenas até onde sua mão estende. Patriarca babaca.

Se sua mão estende até seus netos e você quer servir apenas até seus netos, você não está inserido na casa próspera do Guru Ram Das. O nosso dinheiro precisa circular e as pessoas precisam prosperar igualmente. Nós não podemos nos igualar por baixo, nós precisamos nos igualar por cima. Se vocês estiverem ensinando seus filhos que, porque eles pagam, eles são donos, esquece!! Quanto mais dinheiro a gente tem, mais dever a gente tem. De servir, de compartilhar.

Vocês precisam compreender isso dentro de vocês, porque no momento em que vocês pararem de pedir e começarem a dar, por menos que vocês têm, vocês vão entrar no fluxo da casa do Guru Ram Das. E na casa do Guru Ram Das não falta nada, não falta dinheiro. Compreendam isso dentro de vocês. Nós temos essas crianças para educar. Nós temos essas crianças nossas que já estão lá, mas há tantas outras crianças que agora estamos adotando na Escola Miri Piri, mas não é porque você adota uma criança na Escola Miri Piri que você não vai ter dinheiro para pagar em outro luga. Vocês têm de perder o medo de não ter, porque na casa do Guru Ram Das não falta nada. Mas me preocupa o cinismo de muitos, e esses jovens que gastam vinte por cento do tempo de um professor com indisciplina, arrogância. Vocês jovens precisam aprender a obedecer para saber comandar. Existe uma força de comando disponível em vocês, mas vocês precisam aprender a render as suas cabeças. A arrogância de vocês vai deixar vocês na arrogância.

O dinheiro de vocês não vale nada enquanto ele servir só a vocês. Escutem bem, vocês não compram nada com o seu dinheiro. E a sua arrogância não vai te levar a lugar algum. Então, nós só prosperamos juntos com tudo que nós já fizemos porque nós somos extremamente generosos. E nós temos de ensinar aos nossos filhos a serem generosos e compartilharem o mínimo que eles têm. Esse é o legado para esses jovens que estão indo para Miri Piri Índia. Eles estão indo lembrando que têm uma Sangat em que todo mundo lutou por eles. Eles têm uma Sangat que é generosa. Eles têm uma Sangat que provou que o brasileiro é capaz de se comprometer com um projeto e realizá-­lo. Vocês são representantes dessa Sangat, não sejam arrogantes, não sejam indisciplinados, não sejam tolos.

Porque a tolice, arrogância e a indisciplina de vocês não nos representam. E nós aqui precisamos manter o mesmo fluxo de não sermos arrogantes, de não sermos covardes e não sermos egoistas porque nós estamos ensinando aos nossos filhos. Eu não tenho a menos ideia de por que é que isso veio, mas deve ter uma razão. Saiam daqui com esse espírito, de vocês servirem, de vocês serem humildes. E vocês, por favor, fiquem aqui projetando a ausência de medo e destemor. Essa é a inteligência do coração. Vocês serão sempre testados nesse lugar. Lembram quando eu estava demais precisando de um emprego para comer? E um cara falou, “primeiro você dá para mim, depois eu te dou o emprego”. Eu tinha 21 anos e eu não dei pra ele e continuei com fome. Existe um momento que a gente tem de colocar em prática os nossos valores. Foi a melhor coisa que eu fiz na vida, porque eu ganhei de presente o meu futuro.

Nós estamos no Brasil vivendo um momento em que essas pequenas corrupções precisam ser encaradas de frente. Nós somos muito corruptos, muito corruptos. A nossa corrupção não é declarada, como é na Índia. A nossa corrupção não é verbalizada, ela é muito sutil. Então, esse é o momento de a gente transformar a psique desse país. Vamos transformar através de nós mesmos. E é por isso que a gente tem essa escola, e ela está fazendo a diferença nesse sentido. Satjeet, você vê corrupção na Japji? Siri Sahib, você vê corrupção no Dharamraj? Tem jogos! Está na psique! E a gente tem de ter um contínuo trabalho de limpar. Não pense que vocês que estão em Miri Piri não são corruptos! A nossa infância é corrupta. E quem corrompe somos nós, os adultos. Então, gente, é um trabalho de limpeza de baixo para cima.

Vamos fazer isso juntos. Esse é um ano em que vamos estabelecer a conexão com o coração. Tomara que isso alcance o país. E o que eu quero para o país, e sei que é o que vocês querem, é uma transformação. E para transformar a gente precisa viver o intolerável. Lembra que o Yogi Bhajan falou isso lá em Berlim! Ainda bem que nós não somos alemães, ele colocaram num forno de um campo de concentração os judeus, os ciganos. Pensa bem, seria muito mais pesado. Nós não fizemos isso. E aí o Yogi Bhajan conversando com os judeus lá em Belirm, falou: “Por que vocês estão chorando até hoje? Desde as treze tribos de Israel, vocês queriam um Estado de Israel, vocês precisaram engolir um Hitler para o Estado de Israel existir”. Às vezes, a gente tem de tolerar o intolerável par a gente conseguir o que a gente quer. Quando a gente está no intolerável é duro permanecer nele, mas não tem outro jeito. E os judeus ficaram pálidos com a fala do Yogi Bhajan, e os alemães choraram.

Sat Nam!

May the long time sun…

—–

[Transcrição: Sada Ram Kaur]

* No mês de julho houve recesso nas aulas da Gurusangat Kaur Khalsa

Nesta sexta-feira! Comemoração do aniversário de Yogi Bhajan

Sat Nam!

No dia 26 de agosto comemoramos o aniversário do nosso professor, Yogi Bhajan. Vamos celebrar juntos e agradecer as bênçãos que ele tão generosamente dividiu com todos nós.
Comemoraremos seu aniversário entoando 2 ½ horas de Longo Ek Ong Kar.

Dia: 26/08/2016 (sexta-feira)
Horário: 6h30 às 9h (Você pode chegar ou sair a qualquer hora)
Local: ABAKY (Rua Yvon Magalhães Pinto, 511 – São Bento)

*** Teremos transmissão ao vivo pela internet através do link: http://livestream.com/sikhdharma/BrazilSangat

Venha participar deste momento especial conosco!

YOGA_BHAJAN

Inscrições Abertas! Programa Mulheres Radiantes I e II

Programa Mulheres Radiantes

Uma experiência profunda de auto-conhecimento associada a vigor físico e clareza mental, com o uso de ferramentas que vão lhe permitir conduzir as transformações necessárias para a sua vida de maneira inteligente e com mais qualidade de vida.

Mulheres Radiantes Nível I – Criando uma comunidade consciente
Um mergulho no centro de força que reside em cada mulher. Oportunidade de autoconhecimento e transformação com o apoio de um círculo sagrado de mulheres. Por meio de técnicas de Kundalini Yoga, meditação e vivências pessoais e coletivas, você vai acessar toda a graça de ser quem você é, descobrindo-se próspera, abençoada e bela.

Mulheres Radiantes Nível II – Livres e destemidas
Um programa para mulheres que querem viver uma nova realidade, livres e conscientes. Por meio de técnicas de Kundalini Yoga, meditação e abordagem de temas atuais, você terá a chance de rever escolhas e acessar a força necessária para realizar as transformações que  almeja. Uma experiência profunda de vigor físico, clareza mental e autoconhecimento nas trilhas de seu destino.

Turmas NÍVEL I
Valor: R$1.120 ou 4x R$280

Segundas-feiras, 17h30 `as 19h30 (12 encontros)
Local: Centro Yogi Bhajan – Rua Caracol, 128A Cruzeiro
Inscrições: 98485-9819 (Puranjot)
Início previsto: 12/09
(Vivência gratuita de apresentação do programa: 22/08 `as 19:30)

Quintas-feiras, 7h30 `as 9h30 (12 encontros)
Local: Centro Guru Ram Das – Rua Yvon Magalhães Pinto, 511 – São Bento
Inscrições: 99612-3827 (Satjeet) ou 98743-3894 (Gurumander)
Início previsto: 08/09

Formato Especial (7 encontros):
Quartas-feiras, de 19h `as 22h.
Local: Khand Prakash – Rua Antilhas, 50/901 – Sion
Inscrições: 99764-4947 (Surjeet)
Início previsto: 14/09

Formato Especial (6 encontros):
Sábados 03/09, 10/09, 24/09, 01/10, 08/10 e 15/10, de 08h `as 12h30.
Local: Espaço Lazarini – Rua Aimorés, 1297 sala 801 Funcionários.
Inscrições: 99328-7076 (Ditta)
Início previsto: 03/09

Formato Especial (6 encontros):
Sábados 08/10, 22/20, 29/10, 19/11, 26/11 e 03/12, de 9h `as 12h30.
Local: Hari Nam – Rua Caputira, 21 – Floresta
Inscrições: 98728-0962 (Sat Sangat)
Início previsto: 08/10

Turmas NÍVEL II
 Valor: R$1.120 ou 4x R$280

Quinta-feira, 19h30 `as 21h30 (12 encontros)
Local: Centro Yogi Bhajan – Rua Caracol, 128A – Cruzeiro
Inscrições: 98485-9819 (Puranjot)
Início previsto: 08/09
(Vivência gratuita de apresentação do programa: 22/08 `as 19:30)

Formato Especial (6 encontros)
Sextas-feiras 02/09, 09/09, 16/09, 07/10, 14/10 e 04/11, de 18h às 21h30.
Local: Centro Guru Ram Das – Rua Yvon Magalhães Pinto, 511 – São Bento
Inscrições: 99328-7076 (Ditta)
Início previsto: 02/09

Formato Especial (6 encontros):
Sábados,
08/10, 22/20, 29/10, 19/11, 26/11 e 03/12 de 14h30 `as 18h.
Local: Hari Nam – Rua Caputira, 21 – Floresta
Inscrições: 98728-0962 (Sat Sangat)
Início previsto: 08/10

Formato Especial (6 encontros):
Sábados 03/09, 10/09, 24/09, 01/10, 08/10 e 15/10, de 14h `as 17h30.
Local: Espaço Lazarini – Rua Aimorés, 1297 sala 801 Funcionários.
Inscrições: 99328 7076 (Ditta)
Início previsto: 03/09

 

Mais informações: entre em contato com o centro de yoga de seu interesse.

Secretaria ABAKY
secretaria@abaky.org.br
31 – 3297-5508 (das 9h às 13h)
http://www.abaky.org.br