Tantra Yoga Branco 2017 – Belo Horizonte

Sat Nam!

Estamos com inscrições abertas para o Tantra Yoga Branco de 2017.
Fique atento aos preços especiais e reserve a data em sua agenda.

Data: 30 de Setembro de 2017

Local: Canadá Eventos – Av. Vitória, 333 – Jardim Canadá – Nova Lima/MG

Inscrições:
Até 17/07: R$ 490,00
De 18/07 a 18/08: R$ 590,00
De 19/08 a 18/09: R$ 690,00

*valores parcelados até a data do evento
*Alimentação completa incluída

Efetuar depósito bancário e enviar comprovante para secretaria@abaky.org.br (somente com o comprovante a inscrição será efetivada).

Banco Santander (033)
Titular: ABAKY
CNPJ: 07.129.055/0001-45
Ag. 3477
C/c 130 005 57-6

Dados necessários para inscrição:
Nome completo, comprovante de depósito, telefone, e-mail e cidade/estado onde mora.

Mais informações: ABAKY Brasil
(31) 3090-5508 – de segunda a sexta-feira, das 9:00 `as 13:00
ou através do e-mail secretaria@abaky.org.br

Sat Nam Wahe Guru!

[GSK] Para conectar o coração à consciência

Aula ministrada por Gurusangat Kaur Khalsa em 11 de setembro de 2015.

[GSK abre a aula.]

Nós estamos na véspera do Tantra, num momento de silêncio, então precisamos fazer uma conexão entre o coração e a consciência. Eu cansei já de explicar que no Kundalini Yoga, quando a gente usa o termo “consciência”, nós estamos falando de um lugar particular, e consciência é a nossa relação direta com a nossa alma. E para não ficar um negócio filosófico demais, quando nós nos aproximamos do ambiente da alma, do corpo da alma, nós estamos falando de algo muito específico e concreto. Então do que estamos falando quando nos referimos à alma, do que estamos falando que é totalmente concreto? Algo que faz sentido absoluto?

ALUNO: Valores.

GSK: Valores. Que tipo de valores? Porque eu posso ter um tipo de valor do tipo: servir a mim mesma; o meu valor é sempre “estar bem na foto”.

ALUNA: Éticos.

GSK: Valores éticos. São diferentes dos valores morais. Mas estamos falando especificamente de quê? Existe um núcleo desses valores éticos. No caso da nossa alma, o núcleo do valor ético é: Eu só estarei completamente realizada e feliz quando, através do meu próprio esforço, com a minha própria atitude, com a minha própria ação, eu conseguir fazer alguma coisa para transformar aquilo que está além de mim. E o que está além de mim? O outro, a sociedade, a estrutura, enfim…

Então vocês entendem? Quando a gente fala em alma no Kundalini Yoga, nós estamos falando de uma ação política em que carregamos o nosso coração, o nosso corpo, vamos suar nossa testa para fazer uma diferença no mundo para que o mundo, com as pessoas que nele estão e com a estrutura nele existente, se transforme. Não é uma coisica, não. O Kundalini Yoga não é um sistema de reclusão, em que você vai para o mosteiro e reza. Esse seria também um valor ético, que não tem problema nenhum, você estaria rezando, só que você estaria nesse sistema fisicamente e socialmente desengajada. Esse é um divisor de águas no Kundalini Yoga, ele surge de uma tradição que não é monástica.

Então quando vamos para um Tantra Yoga Branco, nós vamos para fazer uma limpeza do subconsciente. Nós queremos limpá-lo de impressões, onde está uma gravação marcada em nós durante os anos formativos. De 0 a 7 anos. Nesses anos, nós ganhamos uma gravação; a tecla <REC> foi apertada e gravou-se no nosso subconsciente um tipo de história, um tipo de crença. O Tantra é uma tecnologia muito potente de apertar o <REC> com o <PLAY>. Quando você aperta o <REC> com o <PLAY> – muitos de vocês não eram nascidos quando isso existia, chamava “gravador” [a turma ri], você apertava o <REC> com o <PLAY> e apagava a fita. Então não adianta ter uma gravação e dizer: “eu não gostaria de ser mais assim; muda, muda”. Não adianta. Você tem uma fita em que foi gravada uma bobagem, daí você põe a fita para tocar e diz: “Nossa, que bobagem, por favor, bobagem, apague-se, por favor, bobagem, apague-se!”. Não funciona assim, não adianta você falar para o gravador: “Apaga, por favor, apaga”. Não adianta o poder da mente. Isso não resolve. Não resolve autossugestão do tipo: “Amanhã vou ser diferente”, não resolve. Para funcionar, o que você tem que fazer? Apertar o <PLAY> com o <REC>.  Quando você aperta os dois juntos, ele roda sem gravar nada. Isso é o Tantra. Então vai ser apertar o <PLAY> com o <REC>. O Tantra tem esse poder.

Por que nós insistimos todo ano em fazer isso, algumas vezes vamos para o Solstício e fazemos três dias e tal. Nós insistimos porque o nosso subconsciente pode ser o nosso fim, se estiver lá só reproduzindo a fita dos nossos anos formativos, porque nos tornamos cínicos, mentirosos, enredeiros, sedutores, para fazermos valer a nossa crença. E nós seduzimos através de uma atividade política, através de uma atividade artística, através de uma atividade familiar, seduzimos simplesmente para fazer valer nosso projeto. Esse projeto não te identifica com sua alma, porque a alma não se relaciona com nada limitado. Então o subconsciente não te identifica com a alma. Assim, o Tantra ajuda a gente a limpar esses processos do subconsciente.

Mas então por que o Tantra não acaba com o subconsciente de uma vez? Por que a gente não pode acabar com o subconsciente de uma vez? Qual a função dele? É a nossa caixa de gordura. A gente só limpa ela, a gente não acaba com ela. Se a gente acabar com essa caixa, nossa gordura vai para a terra e contamina o lençol freático. Se a gente acaba com nosso subconsciente, a nossa gordura e o nosso lixo vai para o nosso sistema e o destrói completamente. Então uma das coisas que mais nos ajuda no Tantra a fazer o processo de limpeza rápido, e fazê-lo valer, sem ficarmos temerosos e tal, é a gente conectar o coração com as meditações. E a aula de hoje é para abrir o coração.

Por que vamos conectar o coração com as meditações? Lembram do que eu falei semana passada, que um dos engodos em que a cultura nos fez acreditar foi que o coração era uma instância para o quê? No que a gente pensa quando se refere ao coração? Gente pensa em sentimento. A gente acha que as emoções estão no coração. Isso não é verdade, as emoções não têm nada a ver com o coração, as emoções estão na barriga. Sentiu o elevador subindo e descendo? As emoções estão nas entranhas, não tem nada a ver com o coração – isso foi nossa aula de semana passada. As emoções não estão no coração, nele reside apenas uma câmara, um quarto amplo, para pegar as emoções e dar sentido a elas. O coração dá sentido.

Então quando vocês estiverem no Tantra, processando, e naquele negócio [Gurusangat estica o braço para cima, demonstrando uma postura], e pensando quantos minutos ainda faltam para acabar – tem gente que conta, eu já vi muita gente fazendo isso, coloca lá o “contador de tortura”, e fica olhando o relógio; o tempo nunca passa, é melhor você não fazer isso, é melhor esquecer. Naquele momento, você precisa conectar o coração com o processo, porque o coração dá sentido à experiência. O coração é a razão, não o sentimento. Acabamos com o romantismo do século XVIII e XIX. Acabamos. Quem revirou na tumba agora? Muitos românticos dos séculos XVIII e XIX. O coração dá sentido à experiência. Ele que qualifica. Ele ajuda a direcionar aquilo para a cabeça. Então, vamos nessa?

Kriya ministrado: “Heart Connection (12 de Março de 1986)”, do manual Transitions to a Heart-Centered World. Meditação do próprio kriya.

May the long time…

[Transcrição: Sat Bhagat Singh Khalsa]

Por quê Tantra Yoga Branco?*

por Iêda Ferreira

– Sim, foi um sábado inteiro – respondi sorrindo para os amigos impressionados com meu ar de cansaço.

Mas a ocasião festiva não permitia que eu me estendesse em explicações e, se permitisse, eu certamente não teria a clareza que tenho agora.Agora eu sei que não foi só um sábado de silêncio e busca. Não foi só um sábado de mente quieta, espinha ereta e coração tranquilo. Não foi só um sábado de atividades desafiadoras. Descobri, algumas horas depois de chegar em casa, que foram muitos sábados. Naquele sábado, meus sábados se integraram. Estavam ali todos os sábados em que andei sem rumo,  todos os sábados em que perguntei e não obtive resposta,  todos os sábados em que me senti magoada, frustrada, ferida, incompreendida, injustiçada. Estavam ali todos os sábados, domingos e segundas-feiras, todos os dias da minha vida. Dias alegres também, dias de conquistas, dias de orgulho, vaidade e cobiça. Estavam ali meus atos, bons e maus pensamentos. Estavam ali, sobretudo, meus sonhos e desejos mais profundos. Quando se mexe com a vida, é com ela toda que se mexe, é com a bagagem, com a memória, com o corpo, com a alma, com a história.

De um jeito muito especial, delicado e sutil, no Tantra Yoga Branco, dia de meditação promovido pela ABAKY, a minha vida foi mexida. Agora, eu inteira sinto isso. Quando  estava sentada diante da moça que seria minha parceira de meditação, não imaginava que seria uma desconhecida a me estender as mãos e a compartilhar comigo a descoberta de que eu aguento um grande esforço mais do que penso, de que me comovo profundamente com o outro e de que acredito em mudanças que dispensam explicações lógicas.

Jamais imaginei que seria capaz de meditar por uma hora inteira, mantendo os braços estendidos à frente, enquanto sustentava as mãos de outra pessoa entre as minhas mãos. Jamais imaginei que não me levantaria, imprecando desaforos de rebeldia contra o gesto de muito esforço e pouca lógica. Também não pensei que colocaria o meu dedo na testa de uma estranha e que sentiria bater no meu peito, como afago, a unidade universal. Por 62 minutos, meu dedo indicador pousou amoroso na fronte do mundo que eu atingi.

Será que eu preciso falar de punhos fortes se sustentando mutuamente? Será que eu preciso falar de um relaxamento profundo, tão profundo que a respiração parecia vir da infância, passar pela adolescência e vir subindo, subindo até que, na boca, saia em suspiro de reconhecimento e alívio? Será que eu preciso falar que aguentei sentada mais uma hora de braços estendidos, mais uma hora de mãos se tocando? Sim e está dito. Foi feito. Dei conta.

E, agora, relembro a outra pergunta que os amigos me fizeram: “Por quê?”

Isso eu não preciso dizer. Para saber, é só ler de novo e deixar a emoção das entrelinhas te co-mover.

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Este artigo foi originalmente publicado em Zen Humorado, no dia 11 de setembro de 2013, sob o título “Desafio II – Por quê?”
Leia também “Desafio I – Para quê te quero”, em http://zenhumorado.blogspot.com.br/2013/09/desafio-i-pra-que-te-quero.html

Como é servir no Tantra?

foto de Zail Kaur

foto de Zail Kaur

Ao fim do Tantra Yoga Branco de ontem, seguimos de volta para casa no carro conduzido por Satya Amrit, eu (Hari Shabad), Sat Kirat e Siri Jot e mais uma visitante do Rio de Janeiro. Comentando sobre os vídeos que havia conseguido gravar, disse que precisava fazer mais uma entrevista para fechar o número em oito, ou mais quatro — mais difícil — para fechar em onze. Brincamos que gravaríamos ali mesmo no carro, numa luminação duvidosa, o relato com Satya Amrit, sobre como havia sido a experiência dela em servir no Tantra. A brincadeira continuou na cozinha, quando chegamos ao AmarDas, mas a gravação mesma não vingou.
O relato a seguir, escrito por ela, chegou na minha caixa de email na manhã de domingo. Sobre ele, o que há a fazer é compartilhar, além claro, de me emocionar e me calar. Espero que este seja o primeiro relato escrito de muitos outros que virão, advindos dos nossos participantes.

Sat Nam!

Como é servir no Tantra

Por Satya Amrit Kaur

Estava cansada, tinha dormido muito tarde depois de um dia extremamente cansativo. Pensei então em ir mais tarde, chegar por volta de 7:30, descansar um pouco mais. Mas o telefone tocou às 4:20 era o Simram Jeet (simram: fluxo profundo de espiritualidade, jeet: vitória) para me “dizer” que aquela era a hora de começar a servir. Siri Jot (Siri: indescritível, Jot: raio de luz) me esperava no Hotel para irmos juntas para a sadhana. Estava a postos e, em 30 minutos, pronta.

Chegamos lá, estava começando a amanhecer. Fui abençoada ao ter que ficar, por alguns minutos, ao portão de entrada, em frente à imensa lagoa e embaixo de um céu profundamente azul. Foi quando vi um avião a jato, subindo verticalmente deixando um rastro branco entre algumas nuvens. Naquele momento senti, com uma lágrima que desceu, uma grande saudade de “Casa”. Eu queria ser aquele avião e pensei: no dia em que partir, poderei deixar todo o peso, todas as lutas e batalhas e simplesmente flutuar livre e leve em direção àquela imensidão, deixando apenas um rastro suave e claro. Que sensação plena de amor e entrega pude experimentar naquele exato momento. Voltar para a Casa era tudo o que queria naquele instante.

O porteiro chegou, voltei para o que estava fazendo, coloquei a manteiga e os pães na mesa. Assim o dia começou e terminou, entregue ao que precisava e devia ser feito.

Como é servir no Tantra? É assim, como voltar para a Casa envolta num Amor profundo, compartilhado entre lágrimas e sorrisos, envolta num indescritível raio de luz vindo do infinito para iluminar o finito.

Sat nam!

O subconsciente

por Gurusangat Kaur Khalsa

Aluno: O que significa subconsciente?

Gurusangat: O termo subconsciente já foi muito mais utilizado na psicologia do que se imagina. Ele foi introduzido pelo psiquiatra Pierre Janet e indicava os conteúdos presentes na mente, fora do alcance da consciência. Ele chegou, inclusive, a propor que os elementos presentes no subconsciente poderiam estar na origem da neurose. Freud também usou o termo, mas o abandonou rapidamente, substituindo-o por “inconsciente”.

Aluno: Essa seria a mesma interpretação dada pelo Kundalini Yoga?

Gurusangat: O Kundalini Yoga tem uma abordagem muito requintada sobre a mente. A mente é um sistema de processamento de todo o tipo de estímulo interno e externo, com uma comunicação direta com o sistema nervoso e hormonal. Ela é também um recurso de deslocamento no tempo e espaço mais rápido do que a própria luz, por esta razão, muito útil para dar vazão à criatividade e dar sentido à existência humana.

A mente é constituída de setores, por assim dizer, e estes setores têm uma relação direta com a função que ela deve exercer no ambiente da psique humana, o que influenciará o corpo físico e emocional.

Trabalhamos com a existência de três mentes operacionais – as Mentes Negativa, Positiva e Neutra.  A primeira é um sistema de defesa psíquico, que reage a tudo que ameaça o individuo, fazendo-o buscar sempre proteção e segurança. A segunda é um sistema de busca de oportunidades, que reage sempre se movendo em direção à quimera de realização de forma impetuosa. A Mente Neutra recebe as informações das mentes Negativa e Positiva, avalia, discerne com base em propósitos amplos e com grande envergadura de escopo, geralmente ligados aos interesses da alma, e toma decisões. Se a pessoa fica polarizada entre as Mentes Negativas e Positivas, ela jamais terá condições de decidir com clareza. Todas as decisões tomadas sob a influência da Mente Negativa ou Positiva serão sempre limitadas e servirão apenas e exclusivamente às demandas do ego.

Aluno: Como saber se o interesse em questão é da alma ou do ego?

Gurusangat: Boa pergunta. Deixa eu dizer a você rapidamente, aliás, é uma excelente dica. Tudo aquilo que serve à alma dignifica você e o outro. Toda escolha que não traz dignidade a você são escolhas do ego. Tais escolhas trazem uma falsa experiência de conforto e segurança, de regra, imediatos. A longo prazo, entretanto, esse ganho se desmorona, resultando em dor e sofrimento. As decisões da alma são, às vezes, difíceis no início, mas com o tempo elas resultam em ganhos perenes e muito alívio.

Voltando ao tema do subconsciente então:

Tudo que é processado nas mentes polarizadas, Negativa ou Positiva, produzem um resíduo. Este resíduo tem forte apelo emocional e está basicamente ligado aos traumas e às dores profundas do nosso passado registrados em nossa psique. Essas impressões emitem sinais que causam a mente reagir de forma a proteger a pessoa. Esses sinais são de ordem emocional e ficam guardados na região do cérebro humano ligado ao processamento de emoções, chamado sistema límbico. Quando algo ameaçador surge, uma verdadeira operação de defesa entra em cena, e o ego domina o jogo buscando prazer, segurança e conforto imediatos. Assim, vamos criando um arsenal de recursos, intrigas, histórias que passamos a acreditar sinceramente para sobrevivermos. Chamamos isto de filtros. Eles filtram a realidade e nos passam uma imagem distorcida dela, e a partir da qual reagimos e agimos fundamentalmente guiados por uma apreensão míope.

Os filtros são nosso subconsciente. O subconsciente é o local em nossa psique onde todo o processamento emocional é guardado. Ele fica cheio de impurezas, que criam uma névoa que filtra a luz da realidade, fazendo com que enxerguemos aquilo que supomos estar acontecendo.

O subconsciente precisa ser limpo diariamente para que tenhamos mais clareza de visão, propósito e eficiência de ação. Ele é muito importante, pois na sua ausência, todo esse lixo cairia diretamente para a consciência. Sendo esse seu papel, muito parecido, aliás, com uma caixa de gordura da sua pia de cozinha, ele é fundamental para o ambiente de sua mente. Imagine o que acontece quando você não limpa sua caixa de gordura? O lixo volta!

No Kundalini Yoga, damos muita importância à limpeza do subconsciente e temos várias técnicas para isso. Uma das mais poderosas é o Tantra Yoga Branco, que promove uma profunda desobstrução destas impurezas.

Com o subconsciente mais limpo, quando processamos um evento, logo teremos a chance de ver através das névoas emocionais de nossos traumas e dores do passado. Poderemos conhecer melhor tais mecanismos e decidir não agir através de seus velhos impulsos. Quando fazemos isso, uma grande cura acontece. Aquele evento que tentou nos aprisionar perde força emocional sobre nós, e é arquivado para fora do Sistema Límbico, numa região denominada Córtex Cerebral. O Córtex é a região de registro de informações sem seu conteúdo emocional. Lá só se arquivam os fatos!

Desta maneira teremos clara noção do fato, poderemos relata-lo, mas não estaremos mais presas ao seu impacto emocional.

No Kundalini Yoga, as duas áreas mais importantes a serem trabalhadas no ser humano é o subconsciente, claro limpando-o e, o Córtex Cerebral, estimulando-o. Isso proporciona que mais e mais registros possam ser desarquivados da região emocional e registrados no córtex. O resultado disto é uma maior liberdade para usar nosso potencial emocional para nos impulsionar em direção à nossa criatividade e excelência, em lugar de reagir permanentemente a traumas e dramas do passado. É uma forma de libertação nobre e segura.

Wahe Guru, Sat Nam.

Belo Horizonte, 08 de Agosto de 2013.